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quarta-feira, 14 de março de 2012

O Rei da Glória


 
Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória.
Quem é este Rei da Glória? O SENHOR forte e poderoso, o SENHOR poderoso na guerra.
Levantai, ó portas, as vossas cabeças, levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória.
Quem é este Rei da Glória? O SENHOR dos Exércitos, ele é o Rei da Glória. Salmos 24:7-10

Ninguém nunca antes havia atravessado aqueles portais. Nunca alguém havia ousado passar por aquele lugar. Os céus pararam. Todos os seres celestiais criados estavam estupefatos. Alguém ousou passar por ali. Alguém foi achado digno de entrar triunfante pelos portais eternos.
Um homem! Sim, um homem estava entrando por aquele lugar. Parecia impossível que isto acontecesse.
A humanidade havia caído. O pecado havia destruído a vida espiritual do homem e era impossível que alguém pudesse habitar no Santo Monte do Senhor. E para que os homens pudessem ser salvos, era necessário que um Homem também conseguisse triunfar sobre o pecado e a morte.
Jesus era completamente homem. Em todos os sentidos, de todas as formas. E era completamente Deus. Vero Homem, Vero Deus. Era necessário que um homem pagasse o preço e por isso Jesus morreu naquela cruz.
Porém, se Jesus tivesse apenas morrido, nossa esperança teria se esvaído. Os discípulos a caminho de Emaús, já estavam perdidos e decepcionados dizendo que seguiam ao Mestre, porém ele havia morrido e agora eles não sabiam o que fazer. O cristianismo teria morrido juntamente com Cristo.
Porém, Jesus ressuscitou ao terceiro dia. E quarenta dias depois ele subiu aos céus.
Todo o pecado da humanidade estava sobre Ele. Ele morreu. Ele sofreu cada segundo. Cada chicotada. Os pregos sendo cravados em suas mãos e pés. A dificuldade para respirar estando na cruz. Tudo isso por amor. O preço pelos nossos pecados.
Mas Ele foi além. Ele venceu a morte. E aqui chegamos ao texto do Salmo 24. Foi dito:
Entrará o Rei da Glória!
Todos estavam atônitos. Até que alguém ousou perguntar: Quem é este Rei da Glória?
O SENHOR dos Exércitos, ele é o Rei da Glória.
Jesus Cristo, o Filho de Deus, aquele que morreu como homem por todos os nossos pecados e triunfou sobre a morte. Aquele que venceu a guerra. A morte não pôde detê-lo. Ele é o Rei da Glória! O Senhor forte e poderoso!
Jesus então se assenta à direita de Deus Pai. Foi consumado. O preço foi pago. Definitivamente.

Glória a Deus!
Por: Daniel Simoncelos

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Só Jesus Salva!


Jesus Salva !

Tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. MT 20.28
Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.GN 1.27
Deus pela sua graça e infinita misericórdia, criou o homem a sua imagem e semelhança, do pó da terra e soprou nas narinas o fôlego de vida.
Deus ordenou para que o homem não comesse da arvore do conhecimento do bem e do mal. O homem desobedeceu a Deus e o pecado entrou no mundo separando o homem de Deus.
Todos somos pecadores: Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus. Rm 3.23
Merecemos a condenação: Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna; Rm .6.23
Deus com seu grande amor para conosco enviou o seu Filho Unigênito, para liberta o homem da prisão do pecado nos dando a Salvação e nossa reconciliação (Jo 3.16). Jesus veio ao mundo concebido pelo Espírito Santo, nunca havendo pecado, morreu por todos nos na cruz do calvário, mas ao Terceiro Dia Ressuscitou. Para nos dar Vida com abundancia. (Jo 10.10b)
O perdão de nossos pecados custou o derramamento do Sangue Puro do Senhor Jesus. Se Entregarmos nossa vida a Jesus, o seu sacrifício cobre todos os nossos pecados, nos tornando limpos diante de Deus.
È necessário entregarmos nossa vida a Jesus. Jo 1.12. Só Jesus Salva, At 4.12.
Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. Jo 14.6.
Por: Rildyson Nogueira

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Em nome de Jesus?



Em nome de Jesus?


Muito se fala em nome de Jesus hoje em dia.
Há quem eleja alguns pastores como se o que eles dissessem fosse em nome de Jesus, suas ações, pedidos por dinheiro, etc. Em nome de Jesus virou um clichê para o que quero conquistar, para o que quero vencer.
Muitos falam em nome de Jesus que sua denominação é a única onde Deus opera. Em nome de Jesus hoje é pregada a prosperidade, o triunfalismo sobre os ímpios, a falta de amor para com os pecadores.
Em nome de Jesus já foram feitas guerras e ainda acontece hoje. As cruzadas mataram milhares em nome de Jesus.
Em nome de Jesus querem vencer o mal, querem ser intocáveis, querem ser vitoriosos.
Porém o nome de Jesus deveria fazer que sua vida vivesse em função dele e não que esse nome estivesse em função do que você quer.
Por causa do nome de Jesus, hoje um Pastor Iraniano pode ser morto. Pela terceira vez ele não negou o nome de Jesus e continua confessando que Jesus é o Senhor. Por causa do nome de Jesus, Yousef Nadarkhani pode ser morto.
Quando Jesus nos ensina a orar em seu nome, Ele nos ensina a buscar a vontade do Pai, e quando buscarmos a vontade do Pai, nossas orações serão atendidas.
Em nome de Jesus deveríamos abrir mão de nossas vidas. Em nome de Jesus, ser menores e querer mais o bem do outro do que o nosso próprio bem. Em nome de Jesus deveríamos lutar por uma sociedade melhor e não por uma sociedade evangélica que exclui os “ímpios”, homossexuais, drogados.
Em nome de Jesus devemos buscar ser como Ele foi. Em momento algum Jesus foi servido, ele lavou os pés dos discípulos. Ele não queria estar no palco sendo aplaudido por ninguém, pelo contrário, quando isso estava prestes a acontecer ele se ausentava.
Em nome de Jesus você deveria dobrar seus joelhos todos os dias e se lembrar que é pecador, ruim, falho e clamar por misericórdia e ser grato pelo que Jesus fez por você.
Em nome de Jesus deveríamos entregar tudo a Ele pois Ele nos deu tudo naquela cruz.
O que você tem feito em nome de Jesus? Você tem envergonhado o nome de Jesus?
Infelizmente muitos “evangélicos” tem usado o nome de Jesus para benefício próprio e não para implementar o Reino de Deus nesta terra.
O que você faria se estivesse no lugar do Pr. Yousef Nadarkhani? Ele foi acusado de apostasia e se não negar a Jesus será morto. O que você faria se sua vida estivesse em jogo? Talvez por isso você não faça idéia de quanto poder tem esse nome.         
Por: Daniel Simoncelos

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O que Jesus fala sobre o divórcio?




Baseadas nos textos de Mateus 19:3-12; Marcos 10:2-12; Lucas 116:18):
• Porque os fariseus tinham dúvidas sobre o divórcio e experimentaram Jesus perguntando se era lícito… se Moisés permitiu é porque foi Deus quem ordenou a Moisés. Ou os fariseus não concordavam com Moisés?
• Porque Jesus diz que o que Deus ajuntou não separe o homem? Quem é esse homem que Jesus se refere? Será que é o profeta Moisés que permitiu o divórcio? Com essa resposta Jesus quis dizer que o casamento é indissolúvel?
• Porque afirma Jesus em Mateus 19:3-12… Se Moisés permitiu o divórcio, porque Jesus não?
• Em Mateus 19:9 Jesus permite o divórcio em caso de relações ilícitas. O que são relações ilícitas? Em outra versão diz que o divórcio é permitido em caso de fornicação. O que é fornicação?
• Se a separação foi por outro motivo e se o homem ou mulher passar a viver juntos com outra pessoa, eles estão em adultério?
• Se caso um era solteiro e outro casado e passam a viver juntos, quem está em adultério?
Estas perguntas são muito interessantes e merecem estudo e reflexão.
O objetivo dos fariseus ao experimentar Jesus era “arranjar um motivo pelo qual pudessem acusar a Jesus” para poder matá-lo. Eles queriam que o Senhor Jesus ‘tropeçasse’ na interpretação da lei, pois assim, teriam “com o que” acusa-lo. Eles estavam a um bom tempo tentando fazer isto, mas não conseguiam.
Jesus disse que nunca foi o propósito de Deus que o casal se separasse. Ele apoiou seu ensino com os versos Bíblicos de Gênesis 1:27; 5:2 e 2:24.
O detalhe é que os fariseus não aceitavam esta interpretação, pois não entenderam o verdadeiro significado da “permissão de Moisés acerca do divórcio”. Vejamos:
A orientação de Moisés está registrada em Deuteronômio e é mencionada também em Mateus:
“Se um homem tomar uma mulher e se casar com ela, e se ela não for agradável aos seus olhos, por ter ele achado coisa indecente nela, e se ele lhe lavrar um termo de divórcio, e lho der na mão, e a despedir de casa; e se ela, saindo da sua casa, for e se casar com outro homem; e se este a aborrecer, e lhe lavrar termo de divórcio, e lho der na mão, e a despedir da sua casa ou se este último homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer, então, seu primeiro marido, que a despediu, não poderá tornar a desposá-la para que seja sua mulher, depois que foi contaminada, pois é abominação perante o SENHOR; assim, não farás pecar a terra que o SENHOR, teu Deus, te dá por herança”. (Deuteronômio 24:1-4).
“Também foi dito: Aquele que repudiar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio”. (Mateus 5:31).
Analisando o contexto externo do texto (histórico, cultural, etc), iremos ver que Jesus não estava em conflito com Moisés.
Nunca foi parte do plano original de Deus; ele “foi aprovado transitoriamente na lei de Moisés devido a “dureza” do coração dos homens (cap. 19: 7-8)” .
“Deve destacar-se que a lei de Moisés não instruiu o divórcio. Por ordem divina, Moisés tolerou o divórcio e o regulamentou a fim de evitar abusos” .
As mulheres não tinham direitos; e, para protegê-las, Deus permitiu que Moisés criasse esta lei, a fim de que as mulheres tivessem uma nova chance.
Qual era a natureza e o propósito da lei de Moisés no que diz respeito ao divórcio? Texto base: Dt 24:1-4.
Vejamos o que diz o seguinte comentário bíblico:
*Coisa indecente.
Literalmente, “desnudes”; figuradamente, como aqui: “algo vergonhoso”, “uma desonra”. Não podia tratar-se de adultério, porque isto devia ser castigado com a morte (Deut. 22: 22; cf. Mat. 19: 9). Devia tratar-se de alguma maneira de atuar considerada imprópria pelo marido. Os judeus entendiam que este preceito mosaico permitia a um homem divorciar-se de sua mulher quase por qualquer motivo (Mat. 19: 3, 7). Sem obstáculos, Cristo explicou que não era a vontade de Deus que se obtivesse tão facilmente o divórcio (Mat. 19: 4-6), e que esta legislação só havia sido dada por causa da “dureza” dos corações deles (Mat. 19: 8).
*Carta de divórcio.
Literalmente, “uma nota de separação”.
*Lhe entregará.
Isto devia fazer-se formalmente, provavelmente perante testemunhas, a fim de que tivesse validez legal e fosse incontestável .
*A despedirá.
Novamente um ato formal. Provavelmente o esposo estava obrigado a despedi-la provida, pelo menos, com os meios suficientes como para chegar bem até a casa de seu pai (Gén. 21: 14; cf. Deut. 15: 13).
*Poderá ir.
Sua partida formal era um anúncio público de que já não era mais a esposa desse homem e que por tanto estava livre para casar-se de novo. A “nota de separação” ou “nota de corte” dissolvia por completo o matrimônio.
A consumação do matrimônio com um segundo marido a tornava “vil” para o primeiro. Se alguma vez ele tornava a toma-la por mulher, cometia adultério. Ela lhe era ilícita como esposa (ver Jer. 3: 1).
*Perverter a terra.
… Se bem que Deus tolerou algumas coisas as quais certamente não podia dar sua aprovação, havia limites mais além dos quais o homem não podia passar. Muitas vezes a “terra” aparece personificada, como si pudesse atuar e sentir (ver Lev. 18: 25; Isa.24:5).
Algumas pessoas hoje se referem a Deut. 24:1-4 como base do que chamam “divórcio cristão”. Porém, na realidade, estes versículos nos revelam a vida doméstica dos judeus, na qual ao tomar uma esposa equivalia a adquirir uma propriedade. A autoridade do esposo sobre sua mulher era quase absoluta. O propósito da lei aqui enunciada era melhorar a sorte da mulher hebréia. Esta lei, longe de estabelecer uma baixa norma moral, ou de aprovar uma norma tal, representava uma norma muito mais elevada que a reconhecida pelos cruéis costumes daquele tempo.
A lei garantia à mulher divorciada certos direitos, e na realidade a protegia de ser considerada adúltera ou rejeitada pela sociedade. Deixava a casa de seu primeiro marido como mulher livre e respeitada pela sociedade, apta para contrair um matrimônio honroso.
A carta de divórcio estabelecia que seu primeiro esposo já não tinha mais jurisdição legal sobre ela e que ela não tinha nenhum tipo de obrigação para com ele, senão que estava livre para ser esposa de outro homem. Ao voltar a casar, não se fazia culpada de adultério, nem se violavam os direitos de seu primeiro marido.
A lei mosaica sobre o divórcio não foi dada para anular os ideais do matrimônio instituído por Deus na criação, senão a causa da “dureza” dos corações humanos (Mat. 19: 8). A sorte de uma mulher só e desprezada era deplorável. A carta de divórcio aliviava seu infortúnio. Esta lei simplesmente reconhecia a situação existente e buscava melhora-la. Esta era uma lei de permissão, e não de obrigação. Estas mesmas restrições tinham por objetivo eliminar o fácil processo de divórcio que evidentemente os hebreus haviam aprendido em sua associação com os povos pagãos.
Cristo falou enfaticamente contra o conceito de ter uma esposa como propriedade (Mat. 5: 27-32; 19: 3-9). Essa prática havia acarretado muita desgraça e injustiça às mulheres judias. A escola de Hillel, que sustentava a filosofia religiosa popular judia nos tempos de Cristo, interpretava como “coisa indecente” (Deut. 24: 1) qualquer coisa que lhe resultara desagradável ao marido. A escola de Shammai, mais estrita e menos popular, definia como “coisa indecente” algum ato comprovado de falta de pudor ou adultério. Nos tempos de Cristo, a escola de Hillel permitia o divórcio por pequenas coisas como a exibição do braço de uma mulher em público, ou que a esposa queimasse a comida de seu marido, ou quando o esposo encontrava outra mulher mais atraente. Desta atitude escreveu Josefo: “O que deseja divorciar-se de sua mulher por qualquer coisa (e muitas causas tais se dão entre os homens), que dê por escrito a certeza de que nunca mais a usará como sua mulher, porque assim ela estará livre de casar-se com outro marido, se bem que antes de dar-se esta carta de divorcio, não deve permitir-se-lhe faze-lo” (Antiguidades, iv. 8. 23).
A lei de Deut. 24: 1-4 não instruiu o divórcio, senão que o tolerou em vista das imperfeições da natureza humana e aos baixos conceitos morais do povo de deus nesse tempo. Para conhecer a opinião de Deus a respeito do matrimônio é preciso não se deter em Deut. 24: 1-4, senão, como o fizera Jesus, hoje se remontar a Gen. 1: 27 e 2: 24 (Mat. 5: 27-32; 19: 3-9). O conselho escrito por Moisés para a gente de seus dias deve interpretar-se à luz dos costumes de sua época, e não da nossa, e sempre tendo em vista o ideal divino. Uma vez mais Cristo elevou à vista dos homens esse divino ideal ordenado no Éden. Esse primeiro matrimônio nos proporciona o modelo dado por Deus para seu povo de hoje.
Em Mateus 19:9 Jesus permite o divórcio em caso de relações ilícitas. O que é relações ilícitas? Em outra versão diz que o divórcio é permitido em caso de fornicação. O que é fornicação?
Relações sexuais ilícitas é a toda prática sexual ilícita, ou seja, que não é conforme o plano de Deus. Neste verso, refere-se especificamente ao “adultério”.
Na outra versão bíblica, (Versão Figueiredo), há a expressão “fornicação” ao invés de “adultério”. Por que?
A palavra grega que aparece em Mateus 19:9 para “adultério” no original é porneia (porneia) Esta palavra pode ser traduzida por diferentes palavras, tais como:
- Adultério;
- Fornicação;
- Homossexualismo;
- Lesbianismo;
- Bestialidade.
- Etc.
Tanto uma quanto a outra está correta; mas, de acordo com o contexto do verso, “porneia” é melhor traduzida por “adultério”, ou seja, “relações sexuais ilícitas”.
Fornicação é “o ato sexual praticado fora do casamento”.
Se a separação foi por outro motivo e se o homem ou mulher passar a viver juntos com outra pessoa, eles estão em adultério?
Sim. A pessoa ao separar-se por qualquer motivo e casar-se com alguém, comete adultério.
Isto não quer dizer que Deus não possa ajudar tal casal; Ele tem o desejo de ajudar a todos estes casais que não estão ainda com sua situação conjugal acertada.
É importantíssimo que o casal recorra a Deus a fim de ter solucionado sua situação.
Se caso um era solteiro e outro casado e passam a viver juntos, quem está em adultério?
Os dois estão adulterando, pois “ambos estão envolvidos na prática sexual errada”.
Leandro S. de Quadros.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O que vai acontecer com os não crentes quando Jesus Voltar?




Para você que está preocupado com a volta (advento) de Jesus e não tem certeza do que vai acontecer com as pessoas que ainda não creram que Jesus é o único capaz de salva-las.

Para responder a pergunta “titulo” deste comentário precisamos olhar com muita atenção para alguns textos bíblicos, e sem demora de forma direta vou tentar te deixar mais preocupado ainda do que já esta com respeito aos chamados ímpios (não crentes), pois creio que se está preocupado é porque deseja que elas sejam salvas, e com base nisso vou dar uma forcinha pra você ter mais força em arrebatá-las do fogo em nome de Jesus.

A questão é de máxima importância e de certa forma difícil de se compreender por isso inicio com o texto de Hb11.1 Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem. (ARA)
O fato é que existem muitas versões á respeito de como Jesus virá, o que vai acontecer com os crentes e os não crentes por ocasião da sua volta e para alinhar alguns critérios vou expor aqui alguns textos tais como o de Mateus 16.27, 24.30 e 44, João 14.3, Atos 1.10 e 11, Colossenses 3.4 1Tessanolissenses 4.16 e Apocalipse 1.7, percebemos a afirmação de dois anjos que Jesus virá da mesma forma que subiu, cremos que Jesus foi arrebatado aos céus de forma literal, então Jesus virá da mesma forma, os seus discípulos o viram subir até as nuvens e nós o veremos descer sobre as nuvens, não apenas o veremos como também o ouviremos e teremos o prazer de nos encontrar com o Senhor pessoalmente, tudo isso acontecerá de forma repentina, quando menos esperarmos o Senhor Jesus virá e buscará a sua igreja. Não precisamos nos preocupar com os crentes que já dormem, pois os textos de 1Cr 15. 42-44, 49, 51-53, 1Ts 4.13-17, Lc 14.14, Jo 5.28 e 29, Ap 20.6 nos mostram claramente que os crentes em Cristo serão ressuscitados e serão arrebatados para os céus antes mesmo que os crentes vivos dos quais os textos de 1Cr 15.51-53, 1Ts 4.17, 1Jo 3.2b, 2ºCr 3.18, Fl 3.21 nos revela que todos os crentes que estarão vivos na ocasião do advento (volta) de Cristo serão transformados e arrebatados para o encontro com o Senhor Jesus nos ares, essa transformação a qual passará o corpo mortal é algo que temos de nos lembrar, o corpo mortal precisa ser revestido para ser imortal, os nossos corpos serão transformados em corpos espirituais os quais terão a capacidade de conviver com a plenitude da glória de Deus (Col 1.19 e 2.9) porque em Cristo esta a plenitude da glória celeste, isso ocorrerá também com os que estavam dormindo em Cristo, receberão novos corpos, não ressuscitarão com os seus antigos corpos humanos e sim com um novo corpo considerado por Paulo um corpo celestial como ficou claro no texto anterior de 1 Co 15.48-49, para que possam estar juntos á Cristo.


A respeito dos incrédulos que já morreram vos declaro que não irão ressuscitar no advento (volta) de Cristo, veja o texto de Apocalipse 20.5, I Tessalonicenses 4.16 nestes dois textos você verá que existe uma seqüência de acontecimentos que deverá ser seguida, e você perceberá o fato que existem dois tipos de ressurreição, e em tempos diferentes, a 1º ressurreição para a vida e a 2º para o juízo. Observe os textos de João 5.29 juntamente com os textos acima e com o texto de Ap 20.6 verá que existem de fato duas ressurreições em tempos diferentes e principalmente com propósitos diferentes, aqui vemos que o juízo final ou seja o grande julgamento não é na ocasião da vinda de cristo, apesar de nesse momento já ficar claro quem esta salvo e quem não esta (Ap 20. 5-9). A respeito dos incrédulos ainda vivos na ocasião da vinda de Jesus, percebemos através de alguns textos já citados anteriormente, que o mortal precisa ser revestido, mas vamos relembrar: O corpo mortal precisa ser revestido de imortalidade segundo o apóstolo Paulo em 1º-Coríntios 15.53, a necessidade desse revestimento segundo o apóstolo João é para que o ser humano seja transformado e possa ser semelhante a Deus 1º-João 3.2, o próprio Paulo ao escrever a sua carta (epístola) aos Filipenses no capitulo 3 versículo 20 e 21, mostra que Jesus transformará o nosso corpo de humilhação (mortal), para ser igual ao corpo de Jesus, por isso afirmo ser necessário essa transformação para vê-lo (Jesus) como ele é (Deus). O escritor aos Hebreus afirma em Hb 12.25-29 que Deus removerá todas as coisas da terra, se até as a terra será transformada o que dizer das pessoas que nela habitam, e no vs29 o escritor declara que Deus é fogo consumidor, e você pode pensar que é um erro declarar isso de forma literal, mas veja o que o apóstolo Pedro disse, Pedro declara que por ocasião da vinda de Jesus uma espécie de fogo fará estragos na terra, e também nos céus impossibilitando a vida corporal (humana) na terra, ele afirma isso em 2-Pedro 3.10 e 12, os estragos na terra ocorrerão porque Jesus dessa vês virá com todo o seu poder e glória, veja o texto de Lucas 21.27, ou seja, Jesus virá como Ele realmente é (Deus), na plenitude da divindade como afirmou Paulo ser Jesus “Cl 2.9”.

Como pode perceber a terra será totalmente desolada por ocasião da volta (advento) de Cristo, veja alguns textos proféticos sobre esse assunto (Jr25.31-33 e Ap 19.17-18), na volta de Jesus não ficará ninguém vivo na terra, não tem outra chance de arrependimento, é preciso se arrepender agora, buscar ao Senhor enquanto se pode achar, porque depois não tem mais como se arrepender, se apresse meu querido irmão e pregue a palavra insta em tempo e fora de tempo, se esforce por arrebatar os ímpios do fogo, infelizmente temos muitos não crentes em nossas famílias, dentro de nossas casas, existem muitos filhos crentes com pais descrentes, existem muitos maridos com esposas não crentes, existem muitas esposas com maridos não crentes, existem muitos familiares nossos que não estão mais na presença de Deus e isso sempre nos deixa preocupados, pois não sabemos nem o dia e nem a hora da volta de Cristo, e se você ama realmente essas pessoas vai desejar a salvação delas, por isso te aconselho: “se apresse”, alguém disse uma coisa muito importante: Enquanto há fôlego há chance de Salvação, cessando o fôlego não há mais como se arrepender. Jesus esta as portas vamos nos apressar em pregar a palavra de Salvação.

Por: Ajadil Queiroz Calácio