sexta-feira, 29 de julho de 2011
Cinco Lições sobre a vida e a morte de Amy Winehouse
Tragédia anunciada: a jovem e talentosa cantora Amy Winehouse, de apenas 27 anos, foi encontrada morta em sua casa em Londres. Duvido que alguém tenha se surpreendido com a notícia, já que o estado debilitado de sua saúde era nítido faz tempo. Gostaria de compartilhar 5 lições sobre sua vida e morte. Vem comigo?
1. Somos frágeis: nosso corpo tem limites que, uma vez desrespeitados, podem nos levar à morte. Não estou falando apenas de cocaína, ecstasy e crack, mas também da nicotina, álcool e outros menos populares. A quantas anda seu IMC? E o colesterol ruim? Níveis de açúcar? E a pressão arterial? Pois é, esses elementos são tão letais quanto as drogas, mas por agirem no silêncio podem trazer a falsa ilusão de que tudo vai bem.
2. De que adianta ganhar o mundo e perder a alma? Frase cunhada por Jesus quase 2 mil anos atrás (Mt 16:26), ainda não encontra eco no nosso “eu” mais profundo. Queremos nos tornar famosos, ricos, ter muitas posses, mas para quê? Uma vida sem significado tem tudo para acabar como a de Amy.
3. Não somos deuses: fama, riqueza e status podem criar uma imagem equivocada sobre nossa condição. Famosos não são mais resistentes que outros, mesmo que os fãs ou os interesseiros à volta possam achar. Do pó viemos, e a ele retornaremos.
4. Any foi encontrada morta: morreu sozinha. Não sei se por causa do estilo de vida, ou por qual outro motivo, mas nem todo sucesso e milhões de fãs podem encobrir o vazio da solidão. Onde é que estavam os amigos? E a família? Somos seres criados para o relacionamento. Quem sabe se uma voz amiga ou alguém que amasse a verdadeira Amy não poderiam ter evitado essa morte prematura?
5. A dor de um pai: também sou pai, e me lembro comovido de Amy levando bronca do pai em estado de nítida embriaguez. Que dor terrível para ele ver no que se transformou a filha criada com tanto carinho (suposição minha). Deve ser uma dor indescritível para esse pai, a quem presto minhas condolências anônimas.
O mundo está menos belo sem a voz de Amy. Fica o alerta para buscarmos significado para vida. O “mundo de Caras” é bem menos glamouroso do que nos parece. Que Deus tenha misericórdia de todos os que estão no mesmo estado em que Amy se encontrava. Que Ele, também, resplandeça o rosto de Jesus sobre nós, para que possamos anunciar-lhes as boas novas do evangelho e levá-los ao autor e consumador da fé: Jesus.
Adeus, Amy.
Por William Mazza
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Expressões Físicas Durante Louvor
Pular. Gritar. Erguer as mãos. Bradar. Correr. Dançar por horas seguidas. O que é certo? Qual o limite? Como devemos reagir? Será que eu também devo?
Bem, estas são muitas das perguntas que temos. Geralmente ficamos com um ‘pé atrás’, quando vemos as coisas acontecendo durante o louvor e adoração. E realmente a nossa atenção é cativada pelo que os nossos olhos estão vendo.
A pergunta de muitos é: o que tem fundamento bíblico e o que não tem? Como sei Onde é o limite? Existe limite???
Analisemos algo. Existem mais de 50 palavras no original para a palavra LOUVOR. E todas elas, realmente todas, sem exceção, são verbos que transmitem a idéia de AÇÃO. O louvor nunca é algo contemplativo, meditativo, em silêncio. Ou seja, em outras palavras, se você diz estar louvando, você tem que estar exercendo alguma ação com seu corpo ou voz. Por exemplo, a palavra Barak, significa louvar, reverenciar, bendizer (‘diz bem de...’).
A palavra Yadah, significa, confessar com mãos levantadas. Zamar, por sua vez, quer dizer fazer melodia, ou dedilhar com cordas. Temos também Shabach, que é aclamar em alta voz, glorificar com louvor. Uma das palavras que mais gosto é Halal, que significa fazer barulho, fazer um claro e brilhante som, celebrar, PARECER TOLO!!!
E então? Como pode? Essas palavras só têm sentido quando colocamos em prática. Quando olhamos para um irmão, e ele está rolando, caído no chão, rindo, correndo pelo templo, ou pulando feito louco, por que é que muitas vezes nós o julgamos??? A palavra nos manda fazer barulho, nos manda levantar um glorioso louvor, e para isso, poderemos até parecer tolos. O nosso louvor tem que ser claro e brilhante: “Bendizei, ó povos, o nosso Deus; fazei ouvir a voz do seu louvor” (Sl. 66:8).
Algo distintivo sobre louvor é que ele TEM QUE SER EXPRESSO, seja através de canto, dança, instrumentos, gritos, proclamação etc... Ou seja, ele tem uma natureza e forma extrovertidas. Meditação não é louvor.
Se você estiver assentado, observando, quieto, ou imóvel, você não estará louvando. Você pode até estar adorando (e na próxima matéria estaremos falando sobre as palavras originais traduzidas como adoração), mas não está LOUVANDO!
E para terminar, quero deixar algumas razões pelas quais devemos louvar:
1) Porque somos ordenados a faze-lo. (Sl. 150:1)
2) Porque Deus habita no meio dos louvores. (Sl. 22:3)
3) Há poder no louvor (Sl. 149:6).
4) Porque é bom louvar a Deus (Sl. 92:1; Sl. 135:3)
5) Porque fomos criados para isso (I Pd. 2:9; Is. 43:21)
6) Acima de tudo, porque ELE É DIGNO E MERECEDOR! (Sl. 48:1; Ap. 4:11)
Nós louvamos a Deus quando nos achegamos a Ele. Quando Ele se achega à nós, então nossa única reação é adorar! Louvor é o que fazemos para que Ele venha! Adoração é o que fazemos quando Ele se manifesta!
Louvor nos traz à presença de Deus! Adoração responde à presença de Deus!
Portanto, abra sua boca aí mesmo onde você está! Que os altos louvores do Senhor sejam ouvidos em sua vida!!!
Que Deus te abençoe muito!
Por: Raquel Emerick
terça-feira, 26 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Preparação e execução de um período de louvor
.É necessário ter a visão global
A. Conceito de equipe. Use seus dons para servir. O líder da equipe é o pastor/responsável por aquele momento.
B. Coopere com a visão geral para evitar “a casa dividida contra sim mesma”
C. Comunicação e esclarecimentos constantes sobre a visão global às vezes é necessário
II. Escolha das Músicas
A. Conheça o povo e descubra quais as canções que eles conhecem e gostam. Isto deveria lhe ajudar na escolhas das canções.
B. Mantenha o equilíbrio entre músicas novas e antigas.
* Não deixe os clássicos de fora
* A rotina não é uma coisa ruim. Permita que as pessoas cantem músicas que já são familiares e foram “memorizadas”, ao mesmo tempo em que cantam as canções “novas”
* Incluir muitas novas canções de uma vez acaba com a intimidade e espontaneidade
C. Use aquelas canções “especiais”
* Características de uma canção “especial”
- As pessoas se conectam a Deus quando a cantam
- Acontece um aumento notável da presença de Deus quando você canta esta canção
- A melodia e a letra são memoráveis e memorizáveis
- Mesmo depois de muitos anos, a música ainda tem vida
D. Sem unção mesmo uma canção “especial” não vai decolar
Sempre volte à pergunta “O que Deus está fazendo agora?”. O que vai funcionar neste momento?
E. Escolha canções que liberem fé em seu coração
Você só pode liderar as pessoas a um lugar, se você mesmo estiver lá; portanto você precisa “possuir” a canção.
III. Preparando a sua lista de músicas
A. Peça a liderança do Senhor (João 5:19)
* Às vezes sentimos uma orientação clara sobre quais músicas devem ser escolhidas. Outras vezes, vamos fazer as melhores escolhas que pudermos, crendo que o que estamos fazendo é o melhor.
* Deus se alegra mesmo quando não sabemos claramente quais músicas devemos cantar. Ele recebe aquele momento como uma oferta.
B. Organizando o período de louvor
* Quando for possível, descubra qual é o tema do culto
a. Você pode “apoiar” a mensagem
b. Esta é uma boa maneira de mostrar que você é parte de uma “equipe”
* O que está em seu coração?
a. Um tema específico (evangelismo, intercessão, arrependimento, etc…)
b. Tem uma música que não sai de sua cabeça
c. Não descarte impressões (elas podem vir de Deus: sonhos, pensamentos etc…)
IV. O gráfico do Período de louvor
Não existem regras rígidas sobre a “curva” do período de louvor, mas existem alguns princípios que são verdadeiros, e formas de se montar diferentes períodos de louvor que já foram testadas.
A. A Curva Clássica
Esta é a curva mais comum de todas. Ela funciona bem nos cultos de domingo, e outros cultos em que o povo precisa que sua fé seja motivada no louvor. Canções mais rápidas, que normalmente são proclamações das obras e atributos de Deus, normalmente se encaixam bem aqui.
B. A Curva Montanha
Este tipo de período de louvor começa com uma canção não muito rápida como “You are Worthy of my Praise” (Tu és Deus de toda glória). Nesta canção as pessoas são levadas a tomarem a decisão de adorarem a Deus enquanto cantam. Conforme as pessoas se conectarem a Deus, eles estarão mais preparados para celebrarem. Se tivermos um encontro significativo com Deus, certamente teremos o que celebrar.
C. A Curva Terremoto
Esta é a curva clássica, com uma explosão no final! Depois de estarmos nos braços de Deus por 20 ou 30 minutos, algo natural a se fazer é celebrar! Uma música como “Dançaremos nas ruas de ouro” é perfeita para finalizar um momento como este.
V. Elementos que geram continuidade
O louvor é como um diálogo com Deus. Ao invés de pularmos subitamente de um assunto para outro, existe uma progressão natural no fluir da conversa. Há algumas formas básicas de estabelecermos continuidade no período de louvor.
A. A continuidade Lírica
1. Duas ou mais músicas que têm o mesmo tema. Ex: “Deep deep love (Profundo amor)” e “This is love” ou “Yahweh”, “Great is Thy Faithfulness” e “Faithful one” .
2. Músicas que tenham temas ou atributos de Deus que se relacionam. Ex: “Holy is the Lord” e “Holy, Holy, Holy” .
B. O segundo elemento da continuidade é a “nota” em que a música é tocada
1. Canções que são tocadas no mesmo tom, ajudam a manter o fluir de um período de louvor
(E) Blessed be the name (Bendito seja o Nome)
(E) I could sing of your love forever (Cantarei Teu Amor pra Sempre)
(E) Deep deep love (Profundo Amor)
2. Canções em Tons Relativos
Outra forma de usar o Tom de uma música como caminho de mudança para a canção seguinte e utilizar o “Tom Relativo”. O tom relativo menor de qualquer nota é a 6a. menor daquela nota. Por exemplo, Em é o relativo menor de G. E por causa da compatibilidade musical destes dois tons, uma transição entre eles acontece de forma bem suave. Então eu posso passar do refrão de uma música em G, imediatamente para o verso de uma canção em Em.
C. O terceiro elemento é o tempo da música
1. Ex: “Before you now” (Diante de Ti) e “You are here” (Estás Aqui) têm temas parecidos, são tocadas no mesmo tom e praticamente no mesmo tempo.
2. Isto ajuda as pessoas a permanecerem com sua atenção no Senhor durante a adoração, porque a transição entre as músicas não chama tanta atenção.
D. O Quarto Elemento é o Estilo da Canção
1. Ex: “I Give Thanks” com “New Every Morning” ou “Show Your Power” com “His Banner Over Me”(Sua bandeira sobre mim)
2. Este elemento não é algo crucial e naturalmente algo mais subjetivo
É importante que não enfatizemos demais o valor da constância musical. No inicio de minha experiência como líder, eu cometi o erro de crer que se tivesse feito todas as transições corretas, eu teria um bom período de louvor. O que começou a acontecer foi que, eu terminava uma música muito ungida, que transmitia um profundo senso de responsabilidade para as pessoas, e quando eu mudava de canção a coisa caía drasticamente. Isto mostra algo muito importante – Não mude para a canção seguinte somente porque você precisa mudar. Todas as músicas devem ter brilho próprio como instrumento de adoração. Fazer a transição correta sem ter a música certa é como fazer um churrasco sem a carne.
Fonte:www.vineyardmusic.com.br / Adorando
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